Mostrando postagens com marcador particularidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador particularidades. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Aonde está seu foco?

Eu não quero  pilhas de dinheiro. 
Quero viajar, conhecer lugares, experimentar de tudo sem me preocupar com as contas.
Não preciso de um anel dourado como sinal de compromisso.
Preciso é de um amor louco, de uma boa pegada, de um perfume que grude em mim...de um coração palpitante.
Não preciso de um bom emprego
Preciso me sentir realizada no ambiente de trabalho, seja onde e como for.
Não quero um motorista particular. 
Quero alguém me esperando com um guarda-chuva e uma flor que encontrou no caminho, em frente ao meu trabalho.
Não quero uma festa de casamento luxuosa.
Quero um amor pra vida inteira, e que esse amor também me queira.

Porque hoje em dia, a gente luta tanto pra obter certas coisas, que durante a luta se esquece o motivo dela.
Perdemos o foco...
 Mas nunca é tarde pra recuperar.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Adeus & Olá






Depois de tanto procurar um lugar legal pras minhas fotos, passando pelo flogão, Vibeflog, Gigafoto e muitos outros dei uma pausa por um tempo no Fotolog. Fiquei lá Cerca de 4 anos. Mas já deu né? Perdeu a graça a muito tempo.

Agora, dando adeus ao Fotolog, estou postando minhas fotos aqui :  

http://particularemparticulas.blogspot.com/




Fiquem a vontade pra comentar e segujir.

Beijos!!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Acontecendo...



Nunca tive a intenção de deixar esse blog muito pessoal, tipo, cheio de cotidianos meus, acontece que ando bem cansada pra opinar sobre assuntos, sejam eles quais forem. Mas pra tirar a poeira ( que nem um aspirador de pó da Brastemp daria conta), cá estou para justificar minha ausência.

Depois de quatro mêses desempregada e a procura de um trabalho na minha área de formação, fui obrigada a procurar uma porta de escape, já que não consegui absolutamente nada (...recém formado só se fode, né?). E com a urgência da situação corri pro shopping, não pra fazer compras, muitíssimo pelo contrário,  pra quem não sabe o shopping é provavelmente o lugar onde se encontra emprego mais rápido pra quem tem disposição, poucas opções e muita pressa, rs.
Por fim, após algumas entrevistas consegui um emprego.
Quando se trabalha num shopping você não ganha mal, mas deve estar ciente de que tem que ralar muito, até porque o melhor movimento no comércio acontece nos dias em que você preferiria estar dormindo ou fazendo qualquer outra coisa. Nos fins de semana, incluindo o domingão. 
Mas ta ok, agora vou poder pagar a minha pós- graduação, e me estabilizar. 
Deus sabe de todas as coisas, tudo ao seu tempo.


Nesse meio tempo nada de mais tem acontecido, meu namoro tem ido muito bem, engordei um pouco devido aos quatro meses de descanso, assisti milhares de séries ( ...falando nisso, odiei o final de Lost), uma reforma na minha casa começou e foi interrompida pelo mal tempo, me tornei uma viciada pelo sorvete da Yogoberry, cortei sete dedos de cabelo e pintei de "quase preto", ganhei uma câmera decente do meu namorado de aniversário , cochilei no banheiro do shopping e fui acordada por bombeiros (não me perguntem detalhes, rs), me arrependi de ter cortado o cabelo, fiquei sem dinheiro pro Mc. Donalds e descobri o sabor de uma marmita rs, enchi meu blog de poeira, penso todo dia que deveria me casar mas desisto quando lembro que isso envolve "rotina" e não saudade, enjoei do twitter, mal entro no orkut,  ainda não tirei nenhuma foto boa com a minha câmera nova, descobri que pessoas que pegam milhões de Dp na faculdade e colam em todas as provas podem conseguir um emprego primeiro que você, ainda sinto sono cedo mas prefito dormir mais tarde... E por aí vai... A vida continua...


Beijos a tooodos*



 

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Cabelo, cabelo meu...


Esse fiu queratinizado que nasce na cabeça não é fiu qualquer, ele representa muito, principalmente para as mulheres. O cabelo é considerado a moldura do rosto feminino e reprenta grande parte da beleza na aparência de alguém, por isso tanta preocupação em manter as madeixas bem cuidadas.

Dês de criança sou meio maluca por cabelo. Por algum motivo meu cabelo demorava muito pra crescer, a primeria vez que meti a tesoura nele já tinha dez anos de idade, e mesmo assim foi só pra fazer franja. Com essa idade meu cabelo era pouca coisa abaixo do ombro sem nunca ter cortado. Enquanto isso eu babava pelo cabelo da minha irmã mais velha que sempre foi abaixo da cintura. Cumprido e enrolado só nas pontas. Ah era meu sonho.
Na adolescência, depois de começar a aparar as pontinhas, o cabelo passou a crescer com um pouco mais de força  mas a essa altura eu já tinha desistido de ter cabelo cumprido. Passei a repicar e aos treze anos pintei de castanho escuro. Hoje não sei ao certo a cor natural do meu cabelo, mas lembro de ele ser meio castanho claro na infância.
Enfim, fiz luzes com dezesseis mas não achei que combinava com meu rosto, então cortei no ombro e pintei de castanho médio, fiz incontáveis progressivas apartir daí, fui do loiro ao preto, passando pelo ruivo, e agora voltei ao castanho... E única certaza que tenho é que enquanto tiver cabelo, continuarei mudando.


As primeiras vezes que pintei foram no salão mesmo, mas depois de fazer o  teste pintando em casa vi que estava jogando dinheiro fora com cabelereiro. A única cor que não dá pra arriscar em casa é o loiro, de resto é mais fácil. Eu gosto da Koleston, pega bem no meu cabelo e tem um creme de hidratação acompanhando que ajuda muuuito a manter o brilho no cabelo!
Os produtos de hidratação que recomendo são os shampoos e condicionadores da marca Lanza  ou da L'oreal, é um pouco caro, mas vale muito a pena. Quem não quiser gastar com shampoo profissional também recomendo a linha da Aqua Flora, o preço é bom e tem um cheirinho maravilhoso também. Os cremes de hidratação dessas marcas também são show!

Fica a dica, garotas.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Quanto falta pra o futuro que sonhei?

Durante toda a graduação sonhamos com o dia em que conquistaremos enfim a tão sonhada realização profissional - O emprego certo na profissão que escolhemos com tanto carinho e cuidado.
A gente mal aproveita as amizadas da faculdade e aquela fase única querendo se dedicar aos estudos, sonhando com o futuro e esperando que tudo corra perfeitamente. Mesmo com tanta dedicação, no dia de pegar o canudo, junto da insegurança vem a pergunta ' Será que estou preparado?' A impressão que dá é que estamos tão vazios de conhecimento quanto quando começamos a estudar, e aí vem a resposta desesperadora 'Eu não to preparada!'.

O pior de tudo, não é a insegurança pós-graduação, o pior na verdade é a falta de oportunidade que grande parte dos recém formados sofre, e que só aumenta a insegurança que deveria ir embora com a chegada da primeira grande chance, onde nos lembraremos do porque escolhemos o que escolhemos, nos fazendo perceber enfim que estamos sim preparados.
É lamentável se dedicar tanto aos estudos e não conseguir emprego mesmo tendo se esforçado tanto. Insegurança todo mundo tem, já emprego, quem é que consegue hoje em dia?

Me formei em dezembro do ano passado e convivi com a minha insegurança durante todos esses quase seis meses, até conseguir a minha primeira entrevista.
O e-mail que me enviaram confirmando a data e o local surgiu em meio a muito desespero. Cansada é a palavra. Não aguentava mais esperar. Mesmo sem conseguir emprego, quase todos os recém formados que conheço fizeram várias entrevistas e eu aqui na mesma.

O emprego oferecido, embora fosse na minha área não era aquela coisa toda que eu esperava como primeira experiência. Na verdade era uma coisa totalmente inesperada "Monitoramento ao paciente por telefone". Isso mesmo, TELEMARKETING (Em uma definição menos assustadora, mas basicamente a mesma coisa), meu trauma (rs). Mas tudo bem dessa vez, pelomenos estaria na minha área, quem sabe aprenderia a gostar da coisa (ou não).

Apesar de ser a primeira entrevista depois de todos esses meses eu não estava nenhum pouco empolgada, nem ansiosa, nem afobada e nem nada disso. Mas tudo bem,  no grande dia acordei bem cedo, mesmo a entrevista sendo marcada pra o meio da tarde. Liguei o computador, conferi o email e o local agendado. Deveria estar ansiosa mas estava estranhamente tranquila, como se me sentisse confiante independente do resultado. O velho "O que tiver que ser será" rondava  minha cabeça a todo instante, provavelmente foi o que me manteve calma.

E lá vamos nós ao início da maratona de banho, roupa, cabelo e maquiagem...A única certaza que tinha era que sapato usar, de resto, decidi: "Seja o que Deus quiser". E foi!
Cheguei no local agendado com quase meia hora de antecedência, e uma das minhas concorrentes já estava lá. Nenhuma palavra até todas as outras candidatas chegarem e por fim a psicologa.
Lá vamos nós. Lembra que eu disse que estava calma? Pois é, no momento em que pisei meu sapatinho naquela sala com uma mesa redonda enorme no meio o nervosismo tomou conta de mim. Boca seca, tremedeira, suor e etc... "Meu Deus! Primeira entrevista!!! Esperei tanto por isso como eu pude estar tranquila até agora? Eu nem ensaiei nada pra falar! Que roupa é essa que eu vim?!" - Eu resmungando em pensamento.
Mesmo ouvindo a psicóloga dizer que o trabalho era de segunda à sábado das 13:00hs as 22:00hs e o salário era uma miséria, o nervosismo não passava. Ela pediu pra eu me apresentar e engasguei VERGONHOSAMENTE várias vezes. Sabe quando dá aquele branco no meio da frase? Tive várias crises esbranquiçadas enquanto me apresentava !! MICO!

É claro que depois disso eu não fiquei com a vaga (rs); Óbvio. Inclusive saí do prédio rindo de mim mesma. Dando graças a Deus por não conseguir aquele emprego.

Ok, eu estou desesperada por um emprego, isso é fato, mas o que seria de mim como profissional juntando a Enfermagem que foi a profissão que eu escolhi com tanto amor, a uma profissão que eu o-d-e-i-o ? Já pensaram no estrago? Eu não gosto nem de pensar.

Sei que como recém formada não tenho muito o que escolher, sem experiência na área ninguém te aceita (Péssimo admitir isso), mas até que ponto vale a pena se sacrificar? Será que todo o sacrificio que eu passei durante quatro anos pra poder enfim  pegar o meu diploma e dizer que sou graduada não conta em nada?

A quantos passos estamos nós, recém formados, de uma oportunidade decente?
Com toda a sinceridade, como brasileira, não gosto nem de pensar na resposta dessa pergunta.
Sério.

Vamos esperar dormindo, vamo?

Beijos FUI.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Elaine "Aqui e Lá"

"Você é uma pessoa sincera, espontânea e muito direta. Porém vive um eterno dilema, entre o ser livre e o pertencer a algo: Você vivencia com grande força as duas necessidades! Seu temperamento tende a ser jovial, divertido, de riso fácil. O humor varia entre o bom humor e a candura e alguns momentos repletos de cólera e pessimismo, mas isso na verdade é melhor delineado pela posição natal da lua. Júpiter, o grande benéfico, tem domicílio em seu signo ascendente e exaltação em seu signo solar, o que lhe confere uma natureza fortemente Jupteriana. Significa ser uma pessoa expansiva, generosa e grande no sentido mais nobre dessa palavra, no sentido de ser maior do que os próprios obstáculos que se interpõe em seu caminho. A sua fé e sua energia positiva e fértil são transbordantes, o que pode representar perigos. Frequentemente você atrai pessoas que tentam se aproveitar da sua excessiva fé e de sua disposição generosa, portanto abra os olhos para os coitadinhos que muitas vezes se aproximam de você, em muitos casos nem tudo o que parece realmente é. Mas perceba que em alguns momentos você tenta envolver as pessoas e lhes oferecer uma ajuda que não foi solicitada, o que em alguns casos pode representar um alívio para quem recebe a ajuda, mas em outros um encargo, uma dívida de gratidão que se torna pesada e que talvez a outra pessoa não esteja disposta a assumir. Não ajude a pessoa simplesmente porque ela precisa, antes verifique se ela realmente quer ser ajudada. Até porque, a ajuda na verdade é apenas um estímulo, quem realmente vai sair do problema vai ser a outra pessoa independente do que você fizer, portanto não se sinta tão responsável pelos outros! Essa combinação implica em ter o sol no oitavo signo em relação ao ascendente, e essa colocação de oitavo signo sempre representa uma conscientização do que está errado e precisa ser transformado. No caso, Sagitário é o signo que deseja expandir infinitamente os horizontes e que está eternamente descontente com sua realidade imediata, sempre desejando se expandir pra qualquer outro local, como se qualquer lugar fosse melhor do que o atual. O sol em câncer no oitavo signo chama muita atenção para as questões do passado, das ligações emocionais e da necessidade de ter raízes. Você frequentemente se pega em surtos de arrogância e megalomania e tem que fazer a si mesmo descer das nuvens na marra, é uma pessoa que vive repreendendo aqueles que “cospem no prato em que comeram”. Câncer e Sagitário representam o eterno conflito entre o ‘aqui’ e o ‘lá’.


Elias Mendes do Blog eliasastrologia
_________________________________*.*

Nunca me senti bem com o fato meus defeitos e qualidades serem descritos por pessoas estranhas, baseados em julgamentos desconhecidos as vezes sem nenhum sentido, vindo de pessoas que nem sabem quem verdadeiramente eu sou.
Mas devo admitir.
Horóscopos me surpreendem!  ... 

Canceriana com Ascendente em Sagitário = 'Aqui e lá' 
Definição muito coerente por sinal. Mesmo que o autor não tenha escrito inspirado em minha pessoa. Rs

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Verdades ocultas em meu currículo

Como é ruim saber que tudo o que interessa sobre você, para uma empresa, se resume apenas em uma folha de sulfite.
É extremamente limitante a idéia de um currículo. Que vão olhar e ignorar todo o sacrifício que você passou pra chegar até ali, simplesmente porque não está escrito.
Já pensou se pudessemos esclarecer tudo no nosso CV ? Expor toda a sua personalidade em todos os detalhes?
Decidi experimentar pra ver como ficariam apenas alguns dados de uma dessas fichas de cadastro que nos obrigam a preencher por aí nesses sites selecionadores afora.
(Algns dados são reais, outros fictícios, e a ironia é por conta da casa rs)
E lá vai!
______________________________________________________________*.*

Foto de apresentação: (Sem essa de 3x4 !! Gosto mais das fotos em preto e branco, fazendo careta de preferência, pra expressar meu lado bem humorado - rs) 
  
Nome: Elaine Oliveira (É que eu não vou muito com a cara do meu nome do meio, pode só esses dois?)

Idade: 21 (Novinha nada! Você tem noção das coisas que eu ja passei nessa vida? ¬¬' )

Ensino: Bacharel em Enfermagem (Sim! Com muito esforço e noites mal dormidas concluí finalmente meu curso em 2009, em uma Universidade cara e longe da minha casa. Passei quatro anos dura, lisa e sem dinheiro pra pagar esse bendito curso, abrindo mão de sair e me divertir porque tinha que além de estudar, também economizar pra dar conta de tudo.)

Especializações: ... (Pois é. Pretendo preencher esse espaço assim que me derem à oportunidade de TER UM EMPREGO pra pagar por uma. A área escolhida é Gerenciamento e em seguida Oncologia se é que isso importa - Deveria importar!).

Cursos adicionais: Inglês básico (É, apesar de curtir  o curso eu não tive muita paciência de freqüentar o  Inglês. Curso que durou dois anos, e nunca saía do básico rs. Embora definitivamente entenda Inglês melhor que muito neguinho que fez dez anos de curso na tal da Fisk ).
Informática básica (Porque eu considero básico um curso de dois anos em que saí sem saber mexer no Excel e no Acces direito. Embooooora tenha saído bem craque em Internet e bate papo rs).

Experiências anteriores: (A parte que eu menos gosto) Operador de Telemarketing Ativo - Atento Brasil - Três meses (Afffffffffffffffffffffee morro de vergonha disso! Já trabalhei de telemarketing, vendendo cartões de credito. Pode ser que eu já tenha te ligado, e te deixado maluco  oferecendo um dos produtos Itaú. Vai me matar agora ou depois?. Ah! EU pedi demissão ta. Não desejo essa vida a ninguém ) 
Vendedor - M. Officer - Trinta dias  (Outro gigantesco arrependimento, nem coloco mais essa "Experiência" no meu currículo, prefiro ignorar o maior trauma na minha curta vida profissional. Quer trabalhar com cara de princesa e pé de pedreiro de tanto correr e ficar em pé com salto alto? Trabalhe na M. Officer ! Também pedi demissão, Não desejo essa escravidão pra ninguém. Os trinta dias são por conta do cansasso, não precisei mais do que isso pra identificar a escravidão que me reservou um salário mínimo no final - rs).
Caixa - World Tennis - Sete meses (Hum .. Não posso chamar esse de escravidão, porque foi o emprego que me surgiu numa época ferrada em que eu estava matando cachorro a grito! Um salário até razoável, pessoas legais no ambiente de trabalho, e trabalhar seis horas por dia de tênis é o que há. Só porque tava bom eu fui dispensada ¬¬'  ... É o que dá trabalhar em shopping. Tem que fazer muita macumba pra permanecer empregada no começo do ano onde o movimento é um lixo. Enfim, há males que vêm para o bem - Essa frase fez muito sentido quando me dispensaram.)

(... Que foi? Tava esperando ver alguma experiência na área por aqui. Sinto  decepcionar, o único estágio de enfermagem remunerado que me apareceu nos quatro anos do meu curso, oferecia quatrocentos reais, como valor simbólico pelo esforço de trabalhar oito horas por dia lá no fim do mundo. E adivinha, não aceitei!)

Possui carteira de Habilitação: Não né! (Então menina, eu gastei todo meu dinheiro com a facul... Pode me dar um emprego, por favor, pra eu conseguir pagar por uma? ¬¬' )

Possui Carro: Sim  (Ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh na verdade não)

Aceita trabalhar aos sábados e domingos: Sim (Você não sabe como eu queria  MESMO dizer o contrário... Mas...)

Pretensão salarial: ... (Gostaria de colocar aqui alguma coisa que realmente sei que mereço, mas  se fisesse isso seria desclassificada sem dó nem piedade. Mas ta, to aceitando qualquer coisa pode abusar! )


Tá, chega! Não daria certo. Pelo menos não da forma que fiz acima.
Mas cá entre nós. Pouparia muita entrevista desnecessária né? Daquelas que te fazem pegar transito e enfrentar vários onibus e metro pra nada!

Enfim. Apesar da piada, torço pra que alguém encontre graça no meu pequeno curriculo. E boa sorte pra nós da classe dos desempregados, e principalmente RECÉM FORMADOS !!
Tem que rir pra não chorar! :)



segunda-feira, 12 de abril de 2010

Como as coisas perderam a graça?


Já faz algumas semanas que venho assistindo filmes que me soaram interessantes de alguma forma. Os escolhidos variam dos exibidos em 1930, aos da era 2000.
É claro que não deve acontecer só comigo, dentre esses filmes antigos, alguns me causam tantos sentimentos que os lançados e assistidos rescentemente nem sequer chegam perto. É uma sensação emocionante frente à tão simples e aconchegante criatividade, além de realidade tão brevemente diferente da atual. É como se voltasse a ser criança ou estivesse na pele dos meus pais, ou meus avós. Como se pudesse por alguns instantes experimentar novamente o que um dia foi tão encantador e real, e que hoje já não é nenhuma novidade.
Daí surgiu o assunto desse post. Como as coisas perderam a graça com o passar dos anos?

Felizmente eu pude nascer em uma época que toda essa tecnologia ainda era meio distante da minha geração. Quase ninguém conhecido tinha telefone em casa naquela época (me senti a idosa agora) meus tios do interior nos mandavam cartas, minha mãe tinha uma porção de correspondências guardadas de quando meu pai a enviava em suas viagens a trabalho. Eu e minhas irmãs tínhamos um gravador velho, fazíamos gravações de nossas conversas, como se fossem entrevistas e mandávamos para nossas primas distantes. Como resposta elas faziam o mesmo. Era revigorante! Escutávamos sem parar as fitas recebidas, e gravávamos várias outras pra enviar novamente. Víamos nossos parentes somente em épocas especiais como aniversário dos avós, natal e ano novo. Às vezes também no dia das mães e olhe lá! Ficávamos tanto tempo sem nos ver que quando estava perto do natal a ansiedade era imensa a ponto de tirar o sono. Ao encontrarmos com as primas e tios distantes as conversas eram intermináveis, tinhamos assunto acumulado do ano inteiro pra compartilhar já que telefone ninguém tinha.
Os namorados naquela época encontravam-se somente aos finais de semana e a saudade era tão grande que os beijos até estralavam. Os homens escreviam cartas, valorizavam as fotos, e enviavam flores. Os casais juravam amor eterno mesmo sem muito tempo de convivência e sabiam que seriam felizes pelo resto da vida pelo simples fato de saberem que matarão a saudade acumulada e a vontade de ficar juntos o tempo todo.
Aos poucos as coisas foram mudando. O telefone chegou as nossas casas. Em seguida o celular. Lembro da vergonha que tinha quando meu pai me ligava pra saber onde eu estava, e eu, era obrigada a atender e ver todo mundo me observando com aquele "tijolo" enorme perto do ouvido. Lembro inclusive de uma vez em que eu estava em uma vã com alguns amigos, fazia muito barulho até o tijolo começar a berrar. Todo mundo ficou em silêncio me ouvindo falar no celular, só eu tinha um, era novidade e todo mundo queria ver. Cômico.
Aos primeiros dias com o telefone em casa e no bolso, as coisas passaram a ser diferentes. Os parentes ligavam o tempo todo. Não era mais nacessário gravar as fitas com nossas vozes já que eles poderiam nos ouvir ao vivo agora. As cartas foram extintas. Tornaram-se úteis apenas para as cobranças bancárias. Os namorados passaram a se falar o tempo todo, causando certo "enjôo" neles mesmos, pois agora se falam não só por telefone, mas também por sms, e-mails, mensagens instantâneas e afins, com essa tal inclusão digital generalizada.
Os casais não pensam mais em se casar como antes, já que ninguém mais sabe o que é sentir saudade de verdade.
A TV que era encantadora por mostrar filmes maravilhosos, românticos preservando sempre o amor e a moralidade, se tornou um palco para palhaçadas e propagandas. Nem preciso dizer o que penso sobre TV né? Assisti há uns dias atrás um dos últimos filmes mudos de Charles Chaplin, e me emocionei, juro! Me coloquei por alguns instantes na pele de pessoas que tiveram a oportunidade de apreciar coisas tão boas, e que hoje lamentam ver a TV e não conseguir enxergar nenhum cisco do que costumava ser.

Não me entendam mal. Admiro demais as pessoas que foram tão úteis canalizando seu QI para criar a TV, os telefones, os computadores, os carros e etc., e toda essa infinidade de objetos que facilitaram a vida das pessoas trazendo certo conforto para o ser humano preguiçoso. Mas facilitaram TANTO que chega a ser chato ás vezes.
Afinal convenhamos, é tão mais gostoso pela manhã tomar um café fresquinho direto do coador com jornal pré-imprimido nas mãos, ouvir a voz forte dos locutores nas rádios e sentir vontade de cochilar, receber uma carta que esperava a dias de uma pessoa que realmente gosta e reunir-se com a família tendo milhões de coisas pra contar.

A verdade é que a tecnologia tornou o ser humano um ser apressado, preguiçoso e sem graça.
Ninguém faz nada hoje em dia sem um carro, um telefone e um computador. FATO!
E como a tendencia é "piorar"
Contentemos-nos com as lembranças e com os filmes. É só o que nos resta.

Não entendam esse post como: "Ah ela ta cuspindo no prato que come", mas sim como um post feito das observações sobre a breve realidade que pude experimentar algum dia e que não reconheço mais nos dias atuais.

Fica o desabafo nostálgico.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Esse lance de ser adulta

.
Lembro de quando era criança, às vezes grudava a cabeça na cintura da minha irmã mais velha pra medir o tanto que havia crescido. Ao ver a minha tentativa de saber quantos centímetros faltava para alcançá-la, ela sorria e dizia pra eu não ter pressa. Não satisfeita eu perguntava como era pra ela ser grande, e ela dizia que não mudava nada, a diferença na verdade era a quantidade de problemas pelos quais ela agora era responsável.
A resposta dela pra mim não fazia sentido algum, não como faz agora.
Dizem que ser um adulto é ter certa idade, além de enfrentar problemas que crianças não conseguiriam, agir como uma pessoa responsável de forma séria e coerente. Mas se for mesmo assim, conheço ainda gente de quarenta anos que ainda não é adulta, pois como posso afirmar ser adulta uma pessoa que agride uma mulher sem ela nem estar reagindo, e justifica esse ato ao dizer que a mulher não sabe temperar direito uma salada, (juro que conheço um homem assim).
Já pensou se o nosso corpo se desenvolvesse junto com o cérebro? Provavelmente esse "homem" teria a aparência de uma criança de oito anos, seria uma dessas crianças que geram  problemas na escola por bater em qualquer um por qualquer motivo.
Quanto a mim, tudo bem, eu cresci, mas hoje ainda, aos vinte e poucos anos tenho vontade de comer tanto doce quanto era aos sete anos, ainda dou risada por qualquer motivo, gosto de enrolar na cama quando acordo, sinto vontade de chorar quando alguém me da uma bronca séria, fico vermelha quando estou frente a uma situação constrangedora ou que envolva alguma emoção forte tipo alegre demais ou triste demais, quando sinto medo à noite cubro a cabeça com o cobertor e não durmo com os pés pra fora da cama nem pensar, compro meias coloridas pra ficar em casa, sinto vontade de tomar sorvete o tempo todo inclusive no frio, na praia gosto de sentar à beira do mar e fazer buraquinhos com o dedo na areia, gosto de andar de bicicleta na grama, me lambuzar com melancia, comer amora direto do pé... E tantas outras coisas que sinto impulso em fazer.
Como assim eu sou adulta? Mereço esse título só porque minha idade diz que sou uma? Acho que esse é provavelmente um dos maiores erros da humanidade, classificar as pessoas pela idade que elas têm. Senso de responsabilidade e maturidade para enfrentar problemas não é questão de idade.
Não estou dizendo que eu seja uma pessoa infantil, talvez  esses meus impulsos infantis estejam sendo preservados, como parte da minha personalidade alegre e descontraída de sempre, impulsos que venho tentando manter, para não me aborrecer tanto com esse mundo chato das pessoas “grandes”. O problema é que conheço muita gente mais velha, que é sem duvida criança no quesito responsabilidade e maturidade. O fato é que, ao invés de manter as coisas boas pra se tornarem adultos menos infelizes, preservaram o senso de infantilidade ao lidar com coisas sérias, como por exemplo, as maneiras erradas que tem ao  tratar uma pessoa mais frágil como uma criança ou uma mulher; Além da falta de  responsabilidade ao escolher pessoas inadequadas pra cuidar da nossa cidade, país e etc. Vai entender né, não sou psicóloga (Rs). Só penso que tudo tem limite, não dá pra tratar tudo como se estivesse brincando de carrinho ou boneca. Ser criança de espírito sim! Ser irresponsável não dá.
Acho que esse negócio de tacharem as pessoas como adultas, dizendo que elas têm que agir como tal, devia ser repensado, assim como o fato da idade influenciar tanto na definição do que somos na visão dos outros. Afinal qual é o problema se eu quiser ser um pouco antiquada às vezes e usar meias coloridas, ou comer uma fruta com as mãos? Deixem o meu lado criança feliz em paz! Preocupem-se com as crianças irresponsáveis que colocaram lá encima liderando o nosso país, e com os imaturos que os colocaram lá.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Brena Braz - Eu queria fingir

Brena Braz é uma das autoras de alguns dos melhores textos que já encontrei na internet, dona do blog "Até onde vai", sempre ganhou visitas minhas mesmo quando eu não tinha o meu para segui-la.
Este é um de seus muitos textos que  gostei e me identifiquei, espero que gostem também!

Eu queria ser famosa. Estampar as capas das revistas com minha felicidade instantânea e dizer que estou ótima depois de uma separação traumática. Queria ir pro Big Brother e fazer melhores amigos em uma semana. Queria dizer que amo com um mês de namoro. Queria achar super normal que o cara que eu amo conversa no MSN com mulheres que ele acha gostosas. Queria que, quando alguém me chamasse de gostosa, isso fosse um elogio ao meu caráter e não um “eu te comeria se você me desse mole”. É provável que eu fosse mais feliz assim.
Mas eu sou tradicional. Sou convencional, apesar de não ser normal. Se eu me corto, eu sangro. Se bato o dedo no pé da mesa, dói. Sou uma pessoa comum. Acredito no até que a morte nos separe e também no eterno enquanto dure. Acredito que, se eu sou capaz de ser fiel, alguém mais pode ser. Acredito que eu não sou uma laranja, mas preciso da minha outra metade pra me sentir inteira. Valorizo as pequenas atitudes, assim como condeno pequenas mancadas. Sou rancorosa, guardo por anos uma coisa que me magoou de verdade. Sei perdoar. Passo por cima dos erros pra ficar junto das pessoas que eu gosto. Tenho meus limites. O primeiro deles é meu amor-próprio. Perdôo uma vez, porque errar é humano. Perdôo duas porque o ser humano é estúpido às vezes. Mas não posso viver perdoando porque isso seria incompetência minha.
Acredito que as pessoas aprendem com os próprios erros e com o tempo. Acredito também que quem traiu uma vez e foi perdoado vai trair de novo. Acredito que aquelas pessoas que vivem falando mal dos outros vão falar mal de você com esses outros. Acredito que as pessoas só mudam por vontade própria e nunca pelo pedido de outra pessoa. Acredito que tudo que eu acredito hoje vai mudar com o tempo. E que, no futuro, talvez, eu acredite em menos coisas. Ou em nada mais.
Nunca vendi meu corpo, nem nunca sequer considerei essa possibilidade. Eu sei exatamente o tipo de homem que sai com puta. E esse tipo me dá náusea. Nunca precisei experimentar drogas pra pertencer a nenhum grupo. Me dou bem com todo tipo de gente e as pessoas costumam gostar de mim apesar do que eu sou. Tenho verdadeira repulsa por homem mulherengo. Detesto aquele tipinho “caminhoneiro” (que fala pra esposa que tem uma em cada ponto, mas ela é a única que ele ama). Detesto mulher corna que se explica pras pessoas “mas ele me ama”. Sexo com outras pessoas só é perdoado quando é o homem que faz. Detesto homem machista. Detesto o tipinho que vai pra farra enquanto a mulher tonta espera em casa. Detesto mulher tonta.
Eu queria ser famosa pra fingir que não sinto dor. Pra fingir que sou perfeita na capa das revistas masculinas. Pra fingir que não preciso fingir. Queria ser famosa pra ser uma fruta e não uma cabeça que pensa. Mas escrever nunca deu dinheiro, nem capa de revista, nem melhores amigos no Big Brother. Escrever é pra pessoas de quinta como eu, que não vão fazer seu primeiro milhão vendendo o que tem no meio das pernas pra adolescentes de 30 anos de idade. Queria ser famosa pra experimentar uma vida que, dizem por aí, é melhor que a minha. Queria ser famosa pra ver se eu conseguiria ser eu.

Ser Enfermeira...Muito mais que uma simples escolha.

Dês da época em que  as pessoas descobriram que eu tinha escolhido a Enfermagem como a área que faria finalmente a minha graduação, venho ouvindo a bendita pergunta: “Noooossa, ENFERMAGEMMM, porqueeee?". Quatro anos depois, agora com o curso concluído, ainda me perguntam sempre que encontram oportunidade.
Não eu não fico irritada em responder, só fico cansada de repetir tantas vezes a mesma coisa.
Então decidi escrever aqui de uma vez por todas a explicação de onde me surgiu essa, digamos... Vocação. Pra deixar o mais claro possivel além de ter um link onde direcionar  o próximo curioso (rs).

Bem, essa fantasia de usar roupa branca e cuidar das pessoas vem dês da infância. A princípio ser dentista, era a minha resposta para a clássica pergunta “O que você quer ser quando crescer?".
Talvez isso já estivesse predestinado, já que nunca me imaginei fazendo outra coisa mesmo. Passar horas e horas enfurnadas em um escritório quebrando a cabeça com contas, ou presa a um computador não era MESMO o que eu desejava pro meu futuro, embora meu pai insistisse tanto pra que eu fizesse engenharia ou alguma coisa voltada a esses sistemas de informações atuais. Ele não estava errado em querer me encaminhar pra uma área onde com certeza sairia com algum dinheiro no final, mas infelizmente ele não pode me ajudar a fazer essa escolha quando estive frente à oportunidade do vestibular. Um problema em sua saúde o levou antes que eu concluísse o ensino médio.
Na realidade, antes de partir, de certa forma ele me influenciou a escolher de vez o ramo da enfermagem, já que me dediquei totalmente a acompanhar cada passo de sua doença, passando noites acordada tentando acalma-lo com suas dores e sua insônia que já durava dias e que o deixava maluco. Tudo isso fora os efeitos colaterais dos muitos remédios que tomava, a maioria deles era pra aliviar outros efeitos colaterais de outros remédios, um ciclo interminável. Além da agonia dentro de casa, também passei com ele vários dias no hospital acompanhando sua internação. Graças a Deus ele tinha um ótimo plano de saúde, era atendido por profissionais muito competentes,  e o ambiente hospitalar em que ele se encontrava atingia expectativas de conforto excelentes. Foi aí onde pude conhecer mais esse mundinho hospitalar, que me “encantou”de vez. Eu queria mesmo fazer parte daquilo.
Às vezes eu penso que... Talvez a impotência que eu sentia frente aos problemas de saúde do meu pai, tenha me encaminhado psicologicamente a querer não mais me sentir assim e ajudar outras pessoas através dos instrumentos da enfermagem, que são tantos.
Só sei que decidi, e pronto. Era isso ou nada. Com certeza ele entenderia minha escolha, e torceria por mim onde quer que estivesse.
Quatro anos depois, agora graduadissima, tenho buscado a minha primeira experiência como uma profissional.
Não foram fáceis esses anos de estudo, posso dizer que fui quebrada e remodelada pra chegar onde estou. Creio que tudo isso foi um processo pra que eu pudesse ser o que me tornei hoje. Não me arrependo das escolhas que fiz. Sei que tudo isso tem um propósito.
É claro que essa escolha tão importante não vem somente do fato da existência de uma possível vocação, ou desejo de infância, mas também pela paixão que adquiri ao longo desse tempo todo de formação onde descobri o verdadeiro sentido da enfermagem, além de sua historia e contexto. Hoje digo com satisfação que, embora não esteja ainda exercendo a profissão em si, sinto orgulho de fazer parte desse time.
Não é uma área fácil com certeza, e nem uma área pra qualquer um. Tem que ter sangue frio e ao mesmo tempo ser meio mãezona. Tem que ser líder e saber influenciar, além de ter um tremendo autocontrole.
Enfim, é uma área de eterno aprendizado.Garanto!


quinta-feira, 25 de março de 2010

"De palavras e atos" e sua origem

Tenho esse blog há aproximadamente três anos. Não tenho idéia do que me passou pela cabeça na época que decidi fazer um, mas fiz. Enfim, ele já possuiu alguns outros nomes, “My magic sunflower” e “Lessien Tasartir” são alguns dos quais me recordo e que ficaram entre os preferidos, mas “De palavras e atos” finalmente foi o escolhido certo tempo depois.
O nome na verdade não foi baseado apenas em escolhas aleatórias de substantivos paralelos, eu queria algum título que tivesse algum sentido, e finalmente encontrei um, que tentarei explicar logo mais abaixo.

Não lembro do que me impulsionou a fazer um blog, mas lembro de ter escrito no primeiro post (que já apaguei claro), alguma coisa relacionada a diário pessoal e conversas particulares comigo mesma, além de várias outras bobagens que prefiro não comentar (rs). É realmente não estava inspirada na época, mas agora, depois de tanto tempo, após visitar alguns blogs tanto de amigas como de pessoas próximas e outras não tão próximas, pegando carona também na minha fase atual de desocupada (pra não dizer desempregada ), decidi tocar adiante esse espaço aqui, que estava muito mais que abandonado (des da época que decidi criar sem saber oque escrever), não só pra passar o tempo, mas também pra compartilhar as minhas experiências pessoais, algumas idéias, opiniões, alguns textos preferidos, músicas, críticas e etc. O céu é o limite.

Por agora as minhas intenções aqui são apenas estas
Não tenho a pretensão de ser a "pop" da net ou da blogsfera, o que eu quero mesmo é publicar meus pontos de vistas sobre tudo (ou quase tudo) o que me intriga de forma negativa ou positiva e manter por perto pessoas com quem possa dividir tudo isso.
E chega de me justificar!

Gostaria de agradecer algumas pessoas pelo apoio, que juro! Me surpreenderam ! 
Primeiro a Sheila Almendros, a Tuka do "PHD em sei la o que" (e de outros 12837218361982 blogs (rs)) pela super paciência em me ajudar a arrumar meu "canto", e pelos feedbacks positivos (Valeu Nega, to te devendo!!); Ao Diego, meu namorado, que também ta curtindo muito e incentivando a idéia de um lugarzinho meu em meio a tantos links e codigos HTML pra poder expressar o que tiver vontade de expressar ; E por fim...A Mariiana do "Papo de muié" pela parceria, e pelos nossos "papos de muié" onde trocamos tantas experiências e gargalhadas exageradas. Quem sabe a gente vai um dia no Jô ainda né Marii!? (rs).

E sem mais enrolações..Aqui vai o texto que me levou a escolher o nome do blog. Nunca soube o nome do autor, na verdade nem mesmo lembro onde peguei esse texto, já faz bastante tempo que tenho esse ctrl+C  ctrl+V por aqui sobrevivendo a tantas formatações feitas no meu Pc. Seja lá quem tenha escrito, meus sinceros parabéns.
É quase impossível ler sem refletir, é praticamente automático.
Me influenciou de tal forma que mereceu ir para o endereço do blog.

Um texto simples com coisas óbvias, mas que muita gente insiste em não dar importância.
De fazer das palavras ATOS

 "Falar é muito fácil quando a mente tem muitas palavras à disposição. Difícil é expressar por atos o que realmente você quer dizer, ou o quanto quer, antes que uma pessoa se vá.

Fácil é julgar, endurecer e repelir. Difícil é refletir sobre os seus próprios erros. Ou fazer diferente algo que você já fez muito errado.
Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que se deseja ouvir. Difícil é ser amigo em todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E ter confiança no que se diz e, principalmente, no que se faz.
Fácil é apontar caminhos para os outros. Difícil é fazer o seu próprio caminho e estar em paz com suas ações, estar com a sua consciência tranqüila.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado. Difícil é expressar em atos o seu amor a alguém que realmente o acolhe, conhece, respeita e entende. E é assim que perdemos as pessoas especiais.
Fácil é mentir aos quatro ventos, é ocultar, dissimular, usar subterfúrgios. Difícil é mentir para o nosso coração. E "mentir para si mesmo é sempre a pior mentira..." (Renato Russo)
Fácil é ver o que queremos enxergar. Difícil é saber onde estão as ilusões e as vaidades; onde nos iludimos com o que achávamos ter visto ou feito. Difícil é admitir que nos deixamos levar, outra vez. Isso é difícil.
Fácil é dizer "oi" ou "como vai?". Difícil é dizer adeus. E é ainda mais difícil se fizemos a partida de alguém de nossas vidas, por nossos atos ou omissões.
Fácil é ter. Difícil é ser.
Fácil é querer ser amado e compreendido. Difícil é amar, compreender e valorizar o outro.
Fácil é ouvir qualquer música que toca, as palavras vãs e/ou interesseiras. Difícil é ouvir a música de sua consciência, as palavras de seu coração, acenando o tempo todo, mostrando suas escolhas incertas.
Fácil é ditar regras. Difícil é segui-las, é ter os sensos exatos de sua própria vida, os sensos corretos.
Fácil é perguntar. Difícil é dar respostas concretas, por ações.
Fácil é dar um beijo. Difícil é confiar a alma.
Fácil é ter pessoas ao longo da vida. Difícil é ser com elas, por inteiro, nada delas esconder ou ocultar.
Fácil é estar numa agenda telefônica. Difícil é estar no coração de alguém, saber que se é realmente amado, cuidado.
Fácil é sonhar, ter intenções . Difícil é fazer, do sonho, realidade; das intenções, os atos".

[Amo*]

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Sobrevivi ao TCC !!

TCC (Trabalho de Conclusão de Curso )
Uma coisa que não parece passar de um Trabalho que você entrega no final do curso, mas que só parece!
Esse trabalho foi simplesmente o que acabou com a minha vida em 2009!
Me fez perder amigos, perder sono, discutir, chorar, desconfiar dos amigos, resmungar, brigar, lotar minha caixa de e-mails, acabou com a minha paciência, e me colocou no limite o nervosismo em todos os sentidos.
E eu ainda me lembro da empolgação do começo, que no final se transformou em dores no corpo e nas costas, cabeça latejando de dor porque está a dias sem dormir e comer direito, além de já ter chorado com as provas , estagio, trabalho, solidão, carência e tcc tudo junto.
Durante algum tempo (que mais pareceu eternidade), no meio do tcc, eu acreditava que não conseguiria chegar ao fim. Não por não ter vontade, mas por não ter tempo, não ter forças, não ter com quem me abrir sobre tudo isso, por estar guardando tanto cansaço tantas coisas tantas idéias e discussões e cobranças só pra mim.

Achei que fosse ter um AVC no meio da rua, ou dentro do ônibus que era o lugar onde minha cabeça dava nós enquanto pensava sobre tudo o que ainda tinha que fazer...
O tema era “A atuação do enfermeiro no momento da infusão de células - tronco hematopoiéticas"
Mas às vezes eu queria que fosse “Como fazer um TCC em uma semana”.
Não Agüentava mais!!!!

Um dia antes de apresentar eu estava apavorada, contava as horas, não dormi á noite tentando decorar cada uma das centenas de palavras escritas no banner
Cheguei à faculdade cerca de vinte minutos antes do horário combinado, e a sensação de medo só crescia.
As pessoas foram chegando, meu grupo chegou, conversamos e combinamos coisas que falaríamos durante a apresentação, tentamos adivinhar algumas perguntas que seriam feitas pela banca de professores que já sabíamos quais eram, e que tínhamos muito medo pela fama que eles tinham, um deles já tinha discutido comigo durante uma correção de prova, e a outra já tinha me sido minha professora de  estagio, já sabia se eu era boa ou má aluna, rs.
O medo era inacreditável.

Antes da apresentação fomos levados ao anfiteatro, cantamos o hino nacional, e vimos em slides algumas mensagens dos professores, fotos dos alunos, algumas montagens feitas pelos representantes da sala... E nossa!!... Haja coração... Cada minuto ali vendo aquelas fotos rendia lagrimas e lagrimas dos alunos (e minhas tb...) a ansiedade pra tudo aquilo acabar logo só crescia...
Fomos encaminhados ao pátio onde aconteceriam as apresentações. O medo já apresentava sintomas clínicos: Sudorese, cefaléia, formigamentos... rs ... Era inacreditável como a minha cabeça latejava de dor e as palavras decoradas do banner já não lembrava mais.

Minha garganta tinha um nó que afastava qualquer pensamento de engolir até mesmo a minha própria saliva. Mãos e pernas tremendo, congeladas, provavelmente todo o sangue estava concentrado no cérebro tentando fazer alguma coisa funcionar por ali...
Inicia-se a apresentação:
Nathalia fala, Monique fala, Eu falo e por ultimo o Ralf Fala...
César Elogia, Loraine critica, critica, critica... E no fim Elogia, César elogia outra vez, entrega os certificados.
O nervosismo era tanto que nem li na hora...
... Só li quando olhei pra foto rs

O nervosismo era tanto que não acreditava que já tinha acabado...Nem prestei atenção no meu próprio certificado...

A apresentação em um todo durou cerca de quinze minutos, incluindo as perguntas... e criticas... mas Garças A Deus  tudo correu muito bem!!!
To muito feliz...


Apesar de todos os problemas que o Tcc me causou nesse ano de 2009
O prazer de tê-lo concluído é inexplicável...


Obrigada Senhor por ter me dado forças pra chegar até aqui!! Em muitos momentos me vi sozinha tentando entender tudo oque estava acontecendo, des de intrigas a momentos de soluções...

Dei o máximo de mim pra chegar até aqui!
E eu posso dizer que cheguei aqui SÒ porque Deus me sustentou!



Bjos pessoasssssssssssss!!!!



Ainda tenho muito a fazer...!!

 
" Não é o fim... É apenas o começo"

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

ZZzzzzzzzzzzz...

Desabafo básico:
Agora 1:08 da madrugada, tenho que levantar da cama daqui menos de 4 horas,e tudo oque eu nao consigo nesse momento é querer deitar, nao por falta de sono, sim por dó mesmo! Dó de desperdiçar o pouco tempo que eu tenho pra viver ( porque trabalhar e fazer oque querem que eu faça o dia todo nao é viver!!)dormindo.
Ultimamente o que eu mais tenho vontade é de virar a noite acordada vendo tv, ou pregada no pc até o sol bater na janela, ir dormir com o cheiro do café na cozinha sendo feito pela irmã mais velha, e acordar na hora da malhação como era a um certo tempo atras, nao esquecendo de ligar pro meu chefe e dizer pra ele que nao to afim de trabalhar, ja pensou que tudo de bom seria?!
Embora eu saiba que daqui pouco tempo toda essa correria vai acabar, tudo oq eu mais quero e pensar que vai acabar amanha! porque na boa, NAO AGUENTO MAIS!
Não aguento mais olhar na cara de pessoas que nao gosto todo santo dia útil! chegar no estagio e ouvir da professora que nada está bom! chegar no trabalho e ver meu 'superior' me criticando em pensamento, sentir meu pé e minhas pernas a um segundo de gritar um "peloamordedeuselaineeeeee! senta!".
Ao invés de escrever esse texto todo, um "TAFODADEMAIS!" descreveria resumidamente tudo oq tem sido esses dias de levantar cedo e chegar em casa tao tarde.
Não conto mais os dias, conto as horas de poder nao precisr mais ver aquela gente toda que tenho quase que por obrigação conviver todos os dias no estagio, nao receber mais criticas idiotas de professores Enfermeiros frustrados porque nao sao médicos, de trabalhar em áreas que nem de perto é oque eu gosto de verdade, entre outras coisas que esse ano acabam SE DEUS QUISER!! E ELE QUER !


Ta Osso ( pra nao repetir a palavra Foda, rs)
Mas ta acabando Elaine!! pensa positivo!! :P
Contador visita